Classificação Geral - 2ª Jornada

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A classificação geral da 1ª jornada sofreu uma alteração já que por lapso meu não contabilizei o ponto referente à vitória/empate/derrota nos RC. Deste modo, verificou-se o seguinte acréscimo de pontos:

Pedro Gasga + 2
Vasco +3
Manú + 1
João S. Barrreto +3
Tomás Pipa +1
João Gama +3
Mac +2
Adriana +2

É de realçar que nos casos em que o RC correspondeu ao jogo do Joker, estavam em falta a contabilização de 2 pontos. Com a reposição da verdade na tabela classificativa, Tomás Pipa e Vasco trocaram de posição respectivamente, assim como João e Manú.

Na 2ª jornada, o grande vencedor foi Pedro Veloso que subiu metade da classificação, trocando de posição com o estreante adversário Clode. Nos lugares cimeiros onde se verifica luta renhida, João Gama mantém-se o líder!

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- Caso se verifique um empate na classificação da Liga, o critério de desempate será o número de vezes que acertou no resultado final (4 pontos) e, em segundo lugar, a ordem de colocação dos prognósticos da última jornada.

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Golo da Semana

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Tanto futebol para tão magro resultado!


Longe dos maus resultados acumulados na década de 90 nas deslocações ao estádio do Marítimo (a "Maldição dos Barreiros"), os últimos anos têm significado vitórias gordas no Caldeirão. E ontem o desfecho deveria ter sido o mesmo, não fora a noite desastrada do Benfica em matéria de finalização. No final, apenas um golo para amostra, magro pecúlio para uma excelente exibição, sinal do cada vez mais evidente crescimento da equipa para patamares próximos dos demonstrados na época passada. Não só a nível ofensivo, com jogadas de grande qualidade técnica ao nível do melhor Benfica de Jesus, mas também pelo facto de a equipa ter somado o terceiro jogo sem sofrer golos, mérito da subida de forma dos defesas e da cada vez maior confiança de Roberto - ontem deu pontos!

Para a visita à Madeira, Jesus não contava com Pablo Aimar e Rúben Amorim, pelo que em relação à vitória no derby mexeu o menos possível no onze. Entrou apenas Nico Gaitán, para o flanco direito (ele que é canhoto), com Carlos Martins a derivar para o meio e substituir El Mago na organização do jogo ofensivo encarnado. Papel que, aliás, desempenhou de forma excelente durante todo o jogo, com aberturas para todos os gostos, raça no auxílio a Javi e grande regularidade exibicional. A selecção deve chegar esta semana, com todo o mérito. Do lado contrário, o jovem técnico Pedro Martins apresentava um 4x2x3x1 com Baba sozinho na frente, Djalma do lado esquerdo do meio-campo e um bom nº10, Danilo Dias, a seguir com atenção.

Depois de um quarto-de-hora inicial morno, começou o Benfica a tomar decididamente o controlo do jogo. Não só por iniciativa de Carlos Martins, mas também pela acção de Gaitán do lado direito; o argentino, chamado à selecção esta semana, conseguiu gizar bons lances pela direita e combinar várias vezes também com Saviola, ontem de volta às movimentações e tabelinhas perigosas a que nos habituou, dando sequência à boa segunda parte com o Sporting. O pior foi a finalização...por duas vezes falhou na cara de Marcelo (em ambas, na sequência de excelentes iniciativas de Gaitán), noutra jogada fez uma finta a mais já perto da baliza e noutra foi rasteirado na área em mais um penalty por assinalar (por falar em penalties, deve-se ter falado disso em mais um encontro à luz das velas realizado esta semana). Um penalty em que os comentadores da TVI encontraram mil desculpas para o erro do árbitro, para depois garantirem que o Maxi cometeu outro que nem o Tribunal d'O Jogo considera como tal.

No final do primeiro tempo, e com nova perdida incrível de Gaitán pelo meio, dois contra-ataques maritimistas, até aí pouco acutilantes, levaram grande perigo à baliza de Roberto - em ambos os casos, muito bem o espanhol. Teria sido trágico levar um golo à beira do intervalo. No reinício, e retomando o saudável hábito da época passada de entrar muito forte no segundo tempo, mais um par de perdidas escandalosas, desta feita obra do matador de serviço, Cardozo. Era o desespero, a fazer lembrar um célebre jogo há uns anos, era o Fernando Santos o treinador, em que empatámos a zero em casa com o Boavista com três bolas nos ferros e o William a defender tudo. Felizmente, logo a seguir um contra-ataque bem delineado, com Carlos Martins (que passe!) a lançar Saviola pela direita e este a centrar para o lado contrário, onde Coentrão dominou e rematou cruzado para o único tento da partida.

Estava feito o mais difícil, Jesus respirou de alívio e a partir daí, depois de uns dez, quinze minutos em que mantivemos o ritmo e poderíamos ter ampliado a vantagem, a equipa preocupou-se mais em garantir que não dava veleidades ao adversário de empatar o jogo. Fê-lo bem, diga-se, defendendo com tranquilidade (e o Roberto está cada vez mais confiante no jogo aéreo, algo fundamental nestas fases de chuveiro adversário), embora me pareça que depois perdemos qualidade nas transições com as substituições. Gostei do Salvio, bastante agressivo e com pormenores de qualidade, já o Jara continua a parecer-me demasiado ansioso por mostrar serviço, o que o leva a decidir mal demasiadas vezes. O Airton esteve bem ao lado do Javi.

Três pontos no bornal, um jogo muito bem conseguido, e a garantia de que vamos ter um Benfica muito forte novamente. Já estamos é atrasados face ao FCP, resta-nos pois - e a equipa para já está a responder bem a isso - fazer de cada jogo uma final e acreditar que é possível recuperar. Até porque estamos ainda na sexta jornada...Numa competição completamente diferente, a Champions, segundo embate na quarta-feira, perante um Schalke que se tenta reerguer depois de um início péssimo de época. Conta para isso, pelo menos, com excelentes jogadores e um ambiente infernal numa Genselkirchen de tão boas memórias para o futebol português e para o FCP em particular. Uma vitória seria excelente, até como tónico para a recepção ao Braga.

P.S. Parabéns à equipa de hóquei que hoje ganhou com todo o mérito a Supertaça perante o FC Porto, a ver se é este ano que lutamos pelo campeonato também nesta modalidade.

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Casos da Jornada 2010/2011 - 5ª Jornada

Paços - Braga

18': Contacto entre Rodriguez e Baiano na área bracarense, não houve falta.

30': Fora-de-jogo bem assinalado a Lima.

87': Caso do jogo, parece bem decidido por João Ferreira e sua equipa. O remate de Manuel José, desviado por Paulão, vai à barra e depois terá batido fora. Como diria Rui Santos, apelo às novas tecnologias.

Resultado correcto.

Benfica - Sporting

9': Javi García chega atrasado para cortar a bola e derruba Liedson num contra-ataque. Amarelo sem discussão. Na confusão que se seguiu, Coentrão também devia ter sido admoestado por empurrar A.Santos.

21': Amarelo muito exagerado a Valdés, que tive a nítida sensação que o árbitro mostrou para segurar o jogo (o que não percebo de todo).

43': Amarelo inacreditável a Coentrão, num mergulho descarado de Liedson, quando a bola já estava a caminho de Roberto.

50': Cardozo domina a bola com o peito no segundo golo encarnado. Não houve falta.

65': Maniche acerta com um toque algo maldoso no joelho de D.Luiz, amarelo deveria ter saído.

72': R. Amorim, já amarelado, domina uma bola com o braço. A bola ia para fora e não se cortava nenhum passe do Sporting nem jogada prometedora, pelo que não há lugar a admoestação.

Resultado acertado.

Nacional - FCP

18': No lance que dá origem ao primeiro golo portista, o livre é bem marcado, já que João Aurélio corta um cruzamento com o braço.

21': Na outra baliza, Bruno Paixão...muda o critério. Penalty flagrante de Rolando, que corta a trajectória da bola com o braço. O árbitro nada marcou.

42': Penalty também evidente de Tomasevic, que queria levar um braço de Varela para casa, tal a forma como o puxou durante vários metros. Bem o árbitro desta feita.

86': Choque entre Falcao e Bracali, sem falta sobre o colombiano.

Apesar do penalty contra por marcar, os números do resultado dão a vitória ao FCP.

Classificação Ajustada da Liga

FCP - 15 pontos
Benfica - 9 pontos
Braga - 8 pontos
Sporting- 7 pontos

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Arquivo Offensivo

Fábio Paim, o ex-menino prodígio de Alvalade, está de modo definitivo contratualmente afastado desta instiuição. Aposta pessoal do conhecido Paulo Torres, cumpre a 1ª época no Torreense e para poder voltar a brilhar está à procura da melhor condição física e, principalmente, psicológica.

Para muitos especialistas, Fábio Paim foi o maior diamante em bruto que passou pela formação de Alvalade, com um potencial que roça o inimaginável, a tal ponto constituir hoje um tema tabú em Alcochete. Apesar dos esforços do Sporting, o assédio dos maiores clubes e federações futebolísticas mundiais, a pressão dos grandes empresários do meio, o heroísmo e influência social e as fortunas ganhas precocemente conduziram a uma mentalidade incompatível com o sucesso num adolescente e, consequentemente, a este triste desfecho.

Aos 22 anos, tenta assim recuperar o seu potencial ou parte dele e relançar a carreira em Torres Vedras.



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Raça de Campeão


Tal como nas duas épocas anteriores, vitória por 2-0 do Benfica no derby eterno da Luz. Um triunfo justíssimo (menos para o Paulo Sérgio, claro, que com a sua incrível contagem de oportunidades de golo conseguiu ser menos lúcido do que qualquer dos jogadores leoninos que falaram no final), numa partida em que a equipa da casa jogava o tudo ou nada - e agora vai ser sempre assim, jogo após jogo, se ainda queremos lutar pelo título...


Como muitas vezes acontece, creio que o facto de apenas uma das equipas (o Benfica), por estar mais pressionada em termos pontuais, ter completamente interiorizado que só um resultado lhe interessava - ao contrário do SCP, envolvido no dilema de jogar para ganhar, uma vez que já estava a 5 pontos do Porto, ou de defender a vantagem pontual sobre o arqui-rival da 2ª Circular - foi decisivo. Tirando os primeiros 3 minutos, o Benfica jogou sempre com mais intensidade, garra, determinação e...qualidade. É, em condições normais, mais forte, e a subida gradual dos níveis físicos para patamares superiores já permitiu demonstrar ontem a sua superioridade, sobretudo na pressão que colocou quase sempre sobre o portador da bola. Para além disso, outros factores revelaram-se a meu ver decisivos para a supremacia encarnada, não necessariamente por esta ordem:

- A esmagadora diferença de alturas entre as equipas: o Sporting continua a não resolver este problema, e ontem o técnico fez até um mea culpa no final da partida por não ter tentado contrariar essa lacuna. Paulo Sérgio apresentou um onze com sete jogadores com menos de 1,80m (e o próprio Carriço tem apenas precisamente essa altura), frente a um Benfica que continua a contar com um eixo (D.Luiz e Luisão; Javi; Cardozo) que lhe permite dominar o jogo aéreo no centro do terreno e ser também muito forte nas bolas paradas defensivas (e aqui a maior tranquilidade de Roberto está a permitir melhorar também) e ofensivas;

- A excelente leitura táctica de Jorge Jesus, indiferente às opiniões dos adeptos que não podem ver o Peixoto nem pintado, colocando o ex-Braga a lateral e Coentrão à sua frente, por forma a poder travar o muito jogo que João Pereira habitualmente carrila pelo flanco. Para além disso, o mister mostrou ontem uma alma que parecia algo apagada com os resultados menos positivos, longe da garra e paixão habituais do JJ que nos empolga a todos na Luz, a vibrar no banco, gritar com todos, dando instruções sem parar quieto;


- A força do meio-campo encarnado, ontem muito acertado, desde Javi (excelente na recuperação e entrega de bola jogável, com passe curto, ao companheiro mais perto, como tão bem sabe fazer quando em boa forma) a Carlos Martins, desta vez até mais destacado pelo trabalho de sapa do que por grandes rasgos. A propósito, estou ansioso pela convocatória da selecção: apesar das divergências que tiveram no passado, como homem sério que é estou convicto que Paulo Bento vai chamar o melhor (único? Estou a descartar o Deco) organizador de jogo português da actualidade. Agora já nem podem alegar que não é titular. Também gostei muito do Ruben Amorim, descontando o disparate que ia dando o golo a Liedson; o ex-Belenenses disse na pré-época que queria arriscar mais este ano, e com efeito temos-lhe visto slaloms e assistências muito interessantes. Já se sabe que não sabe jogar mal, mas o carácter excessivamente low-profile do seu jogo, bem como a polivalência (no caso dele, é óptima para a equipa mas acho que o prejudica), acabam por lhe retirar algum brilho individual que um sócio desde o berço como ele é merecia;

- O grande jogo de Cardozo, um dos melhores da sua carreira de águia ao peito (a este nível, talvez só um na Champions de 2007/2008, frente ao Celtic na Luz, em que marcou o golo da vitória a acabar depois de ter enviado duas bolas nos ferros). Reconciliou-se com os adeptos, sobretudo pelo bis mas também pela atitude completamente renovada; correu, lutou, chutou, fartou-se de ganhar bolas de cabeça aos centrais, e podia ter conseguido o hat-trick (devia ter feito golo naquele cabeceamento, nas outras oportunidades fez o que lhe competia mas não teve sorte);

- Deserto de ideias no meio-campo ofensivo do SCP: entre Valdés, Matías e Yannick, foi quase o zero absoluto. Apesar de tudo, o reforço que veio da Atalanta foi o único que se mostrou, embora sempre invariavelmente com a mesma jogada "à Nuno Assis": fintar sempre para dentro, sendo que depois ou metia no João Pereira à direita, ou tentava um centro. Vinha rotulado de extremo desiquilibrador, mas apesar dos bons pés não é nada desse género; Matías continua um autêntico calvário, a léguas do que o talento promete; Yannick, que de vez em quando faz boas partidas, passa depois jogos e jogos desaparecido. Obviamente há mérito do Benfica na anulação da criação de jogo por parte do SCP, mas estes problemas são já recorrentes. A defesa, nomeadamente no que toca aos erros de posicionamento (Nuno André Coelho muito mal), também comprometeu.

Numa noite em que demonstrou força e subida de forma, já com alguns momentos (mais nas transições do que em ataque organizado) ao nível do melhor da época passada (como a jogada de Cardozo ao poste ou a do quase-golo de Coentrão), o Benfica encurtou distâncias face a Braga e SCP. Agora é tentar ganhar o mais possível à espera que o Porto, sempre consistente, e também amparado nos momentos difíceis por quem de direito (já não é a primeira vez esta época...ontem o penalty do Rolando, com o árbitro perto e de frente para o lance, é um bocado descarado demais e em princípio, tal estava o jogo, o FCP nem ia precisar disso para ganhar), escorregue .

Relativamente ao árbitro do clássico, Carlos Xistra deu um autêntico concerto de apito e distribuiu mais seis amarelos (incrivelmente, somos a equipa da Liga com mais cartões, mais que uma qualquer Naval ou Setúbal, e seguidos do Marítimo, vá-se lá saber porquê...) quando podia facilmente segurar o jogo sem o fazer. Pelo menos não houve casos.

P.S. Desde a época passada que tenho o belíssimo equipamento suplente do SLB (o do ano transacto) a negro, mas, por preguiça ou indecisão quanto ao jogador que devia "honrar" (gosto de todos!), nunca cheguei a pôr número e nome nas costas...Mas ontem decidi. Não, nem vai ser o Tacuara, mas sim o Luisão. É a única coisa em que o posso homenagear;) Mais uma exibição notável de um grande capitão, o líder que aparece sempre nos grandes momentos. Um senhor. Pelo ar, pelo chão, sempre imperial, e mais uma vez interveio num golo. Como a maior parte dos benfiquistas, não gostei das declarações (deviam ter sido proferidas internamente) no Verão sobre a proposta do A.Madrid que alegadamente não lhe foi comunicada , mas, esteja contente ou não, o nº4 é exemplar dentro de campo. E já são 7 anos a comandar com categoria a defesa do meu Benfica, não é para todos.


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Liga do Settore - 2ª Jornada


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Classificação Geral - 1ª Jornada

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O vencedor da 1ª jornada da Liga do Settore foi João Gama, com um início de sonho pontuando em todos os prognósticos com grande eficiência! Contudo, é seguido à queima por Vasco que estabeleceu o 1º recorde de RC em 3!

Nesta jornada renhida o pódio é fechado pelo João S. Barreto ex aequo com Mac, beneficiando dos critérios de desempate.

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Arquivo Offensivo

Hoje o Arquivo traz-vos perto de uma centena de golos de Gabriel Batistuta, o jogador que mais facturou pela selecção das pampas.

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Golo da Semana

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Casos da Jornada 2010/2011 - 4ª Jornada

V.Guimarães-Benfica


16': Golo legal de Edgar, que estava em posição regular no momento do passe de João Ribeiro.


22': Decisão errada do auxiliar Luís Marcelino, ao assinalar fora-de-jogo a Saviola quando este se isolava para a baliza.


37': Grande penalidade por assinalar a favor do Benfica, uma vez que Ricardo, na tentativa de aliviar a bola, pontapeia a perna de Aimar.


40': C. Martins vê amarelo num lance em que nem falta faz (cortou a bola limpamente sobre Toscano).


45': Javi García faz falta banal sobre um adversário e, educadamente, questiona o auxiliar sobre a infracção. Amarelo que não se percebe, quando tantas vezes há insultos aos árbitros e eles fazem ouvidos de mercador.


50': Olegário Benquerença, a 5 metros do lance, faz vista grossa a uma carga de João Alves sobre Carlos Martins dentro da área. Novo penalty por marcar para os encarnados.


58': Cardozo vê-lhe ser assinalado um fora-de-jogo no limite. Uma vez que qualquer parte do corpo (excepto os braços) contam para a marcação do offside, e ele me parece ter o tronco adiantado em relação ao último defesa vimaranense, aceita-se a decisão do fiscal-de-linha. Na sequência do lance, o paraguaio disparou para a baliza e viu um amarelo que me parece um exagero absurdo - não é propriamente um lance para perder tempo.


67': David Luiz, num lance em que nem toca em Toscano (mergulhou), vê mais um amarelo...


69': Alex (já com amarelo) tem uma entrada bastante perigosa sobre Coentrão, Luisão (capitão) vai falar com Olegário e este nem pensa duas vezes, saca outra vez do bolso.


Com os dois penalties por assinalar (0,75 de um golo cada, ou seja 1,5 golos no total), o resultado justo seria a vitória do Benfica.


Sporting-Olhanense

38': No caso do jogo, a jogada do golo de Jardel não deveria ter sido interrompida. O árbitro André Gralha terá assinalado uma falta sobre André Santos, supostamente agarrado por Yontcha, mas errou uma vez que as imagens mostram apenas agarrões mútuos e, no caso, até mais o avançado a tentar libertar-se do agarrão do trinco leonino. Por maioria de votos na caixa de comentários, por parte dos leitores, e uma vez que o lance foi anulado uns segundos antes do golo ter sido marcado, considera-se que não há golo anulado.

90': Fora-de-jogo à pele tirado a Saleiro, mas correcto.


90+4': Apesar de quase todos os comentadores não o considerarem, na minha opinião há penalty cometido por Maurício sobre Liedson. A ideia que ficou na altura é de que o central foi (e é) bem mais forte, mas houve também uma carga ilegal com o braço.


Sem golo anulado, e uma vez que há um penalty a favor do SCP, o resultado ajustado é a vitória do Sporting.

FC Porto-Braga


31': Choque entre Elderson e Falcao, sendo que o bracarense tem a posição ocupada e depois há um contacto normal. Nada a assinalar.


52': Novo lance na área visitante, neste caso com Falcao e o central Rodriguez. Apesar de não ser muito intenso, a verdade é que desta feita Falcao se vê ilegalmente empurrado pelo adversário, o que, naquela posição, foi mais do que suficiente para o derrubar. A meu ver, penalty por assinalar a favor do FCP.


90': Outro caso da partida, com Paulo César a tentar o remate acrobático e a falhá-lo, sendo que Belluschi está nas suas costas e interfere com o lance. Com o avançado no ar, um toque nas costas faz a diferença, pelo que creio que Pedro Proença (gostei da forma como deixou o jogo fluir nesta partida) deveria também ter marcado uma grande penalidade a favor do Braga.

Vitória portista sem contestação.

Classificação Ajustada da Liga

FCP - 12 pontos
Braga - 7 pontos
Sporting - 7 pontos
Benfica - 6 pontos

Nota: A verde as alterações resultantes do facto de se ter mudado o veredicto no lance do golo de Jardel.

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Tiro no Pé

Depois da vitória do Vit. Guimarães na 6ªFeira, o Sporting entrou em campo no Sábado muito pressionado para ganhar os 3 pontos uma vez que o Vit. Guimrães somou 8 pontos e o Sporting tinha que ganhar para não perder o comboio do FC Porto/Sp.Braga/Vit. Guimarães (mais tarde viu-se que o comboio do FC Porto era mais veloz).

Paulo Sérgio fez apenas uma alteração no onze inicial em relação ao jogo da Figueira da Foz e, a que fez era previsível: João Pereira regressou à equipa para o lugar de Abel. Os reforços de última hora, Hildebrand e Tales de Souza foram apenas convocados para dar autógrafos na Loja Verde durante a tarde de Sábado.

Paulo Sérgio continuou a apostar num misto de 4-2-3-1 com 4-4-2 losango. Em alguns momentos do jogo aparecia Yannick a extremo esquerdo, Matías a nº10 e Valdés a extremo direito. Em outros momentos do jogo Yannick juntava-se a Liedson na frente, com Maniche e Valdés a derivaram para a posição de interiores.
Daúto, treinador do Olhanense, ciente da importância dos laterais leoninos na tática do Sporting, optou por um 4-5-1 com as linhas muito recuadas. Daúto, lançou um meio-campo muito sólido com três elementos com características mais defensivas: Vinícius, o bem-regressado ao futebol português Nuno Piloto e Delson (o tal jogador que foi expulso na Luz aos 8' na época passada). Jorge Gonçalves e Paulo Sérgio foram mais médios-alas do que extremos para controlar as subidas de Evaldo e João Pereira. Yontcha jogou sozinho na frente.

O Sporting entrou em campo com um ritmo mais lento do que aconteceu na Figueira da Foz na 3ª jornada. Era do lado direito do ataque do Sporting que íam aparecendo as iniciativas de ataque dos Leões, normalmente feitas por João Pereira que aparecia constantemente a subir no terreno, iniciando assim um duelo com Paulo Sérgio que iria durar até ao fim do jogo. Já do outro lado, Evaldo teve poucas hipóteses com Jorge Gonçalves. No meio-campo havia pouco a fazer, André Santos, Matías e Maniche assumiam o jogo, mas na área algarvia Liedson e Yannick davam poucas linhas de passe. Valdés aparecia no jogo aos fogachos pela direita com alguma clareza, mas sem sucesso. A tática de Daúto estava a funcionar perfeitamente.

Só aos 21' surgiu uma oportunidade digna de esse nome. João Pereira (quem mais?) ganhou a linha como tantas vezes costuma fazer e centrou para Liedson que atirou à barra de cabeça. Não era o golo mais fácil da carreira de Liedson, mas o Levezinho estava sozinho e tinha mais que obrigação de fazer o golo.

No final da primeira parte, o Olhanense começou a crescer e aos 38' deu-se o caso do jogo. Pontapé de canto cobrado por Paulo Sérgio, onde Jardel (bom central) cabeceou já sem oposição e com o jogo parado para o fundo da baliza. À primeira (e segunda) vista parece não haver nenhuma irregularidade no lance, mas o árbitro marcou falta de Yontcha sobre André Santos antes de Jardel cabecear. Nenhum jogador do Olhanense reclamou a decisão, nem Yontcha (o faltoso) nem mesmo Daúto. É um lance que ficará para o nosso especialista na arbitragem, Pedro Veloso, analisar durante a semana.

Foi sem surpresa que se chegou ao intervalo sem golos em Alvalade. Por um lado o Sporting parecia não ter pressa para marcar, pelo outro, a equipa Olhão preocupava-se em garantir o pontinho.

Na 2ª parte, Daúto trocou Delson (indisposto) por Lulinha e passou a jogar em 4-2-3-1. Lulinha (craque de FM's antigos), reforço de última hora do Olhanense, foi jogar para nº10. Os alas Paulo Sérgio e Jorge Gonçalves subiram no terreno jogando assim mais perto de Yontcha. Daúto tinha percebido claramente no fim da primeira parte que o Sporting não estava tão agressivo como o costume e que, por isso, se arricasse um bocado mais, talvez fizesse matasse o tão famoso borrego. Com a entrada de Lulinha, André Santos viu-se obrigado a recuar no terreno e passar a ter algumas preocupações defensivas (até aí não tinha tido).

O início da segunda parte foi mais do mesmo: horrível. Durante os quinze primeiros minutos não se jogou futebol. Moretto viu amarelo por perder tempo (mas curiosamente continuou a perder tempo até ao fim do jogo). Paulo Sérgio e Maniche viram o famoso amarelo português num lance em que Paulo Sérgio agrediu Maniche e o árbitro sem saber o que fazer deu amarelo a ambos (um clássico da nossa arbitragem). Paulo Sérgio já deveria ter visto o amarelo na primeira parte devido à sucessão de faltas sobre o incoformado João Pereira.

O resultado continuava em 0-0 e por isso Paulo Sérgio sentiu necessidade de mudar a equipa. Saleiro e Vukcevic entraram para o lugar dos desinspirados Yannick e Matías aos 64'.

Logo dois minutos depois de entrar em campo, Saleiro falhou um golo muito fácil na recarga de um remate de Maniche. Falhanços destes custam pontos, e o Sporting tem especialistas a falhar golos destes para dar e vender: Postiga, Yannick, Saleiro, etc..

A 10' do fim, Paulo Sérgio lançou a sua última cartada, Hélder Postiga, o avançado que não marca golos, para o lugar de Nuno André Coelho. Daúto respondeu com a entrada do central internacional moçambicano, Mexer para o lugar de Jorge Gonçalves.

Aos 85' o Sporting desperdiçou uma oportunidade de ouro: Vukcevic sobre a direita tira um adversário do caminho à Simão (só que do lado contrário) e disparou com muita força de pé esquerdo, Moretto defendeu para a frente e na recarga, Maniche, guloso como sempre, aplica o seu famoso remate à padeiro (rematar sem pensar um bocadinho) para a bancada.

Até ao fim do jogo, nenhuma oportunidade de registo, o Olhanense aguentou bem as investidas de ataque do Sporting.

O resultado final acaba por ser justo. A organização defensiva do Olhanense foi merecidamente premiada com um ponto. Já a ineficácia e a falta de clarividência do ataque leonino fez com que o Sporting desse mais um tiro no pé neste arranque de época. Assim não vamos lá!

No Sporting sinal mais para João Pereira que continua a ser o jogador mais dinâmico da equipa e que neste jogo carregou a equipa quase sozinho. Na minha opinião o João Pereira tem que ir à selecção!

No Olhanense sinal mais para Jardel (excelente central ex- Estoril) que ganhou praticamente todos os lances de cabeça e para Paulo Sérgio/Jorge Gonçalves pela importância que tiveram no esquema montado por Daúto.

O Sporting está agora a 5 pontos do líder FC Porto, o que começa a ser uma distância grande, uma vez que só se jogaram 4 jornadas e nenhum dos pontos perdidos foram contra um adversário mais forte.

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Liga do Settore - 1ª Jornada

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Liga do Settore - Regulamento

Hoje o Settore inicia a sua liga de prognósticos, competição grátis para todos os leitores e que ocorrerá durante toda a época!

Durante esta poderá apostar no resultado de desafios das principais ligas Europeias, competições nacionais, competições Europeias e competições organizadas pela FIFA. Pretendemos, deste modo, trazer a maior diversidade possível a este torneio, sempre sem perder a sua base: o campeonato nacional.

- Em cada semana serão apresentados os jogos para a respectiva ronda de apostas onde os leitores deverão deixar os prognósticos.

- As apostas deverão ser deixadas na caixa de comentários do referido post até à data de início de cada partida. As apostas efectuadas após o início de uma partida (decorrida ou a decorrer) não são contempladas.

- Os prognósticos em jogos de prolongamento ou eliminação só são relativos ao tempo regulamentar -90 minutos.

- Cada leitor deve usar sempre o mesmo nick ou identificação durante a época.

- Todas as semanas será partilhada a classificação actualizada da Liga do Settore.

- A pontuação da Liga faz-se pelos seguintes critérios:

1 ponto – Acerta em derrota/empate/vitória

+

4 pontos – acerta no resultado final (ex: 2-0)

- Em cada jornada uma das partidas será o Joker, isto é, a pontuação obtida por cada jogador nesse encontro será dobrada.

- Em breve serão definido o(s) prémio(s) a dar ao(s) 1º(s) classificados.

- Caso se verifique um empate na classificação da Liga, o critério de desempate será o número de vezes que acertou no resultado final (4 pontos) e, em segundo lugar, a ordem de colocação dos prognósticos da última jornada.

A primeira jornada decorrerá já este fim-de-semana, esteja atento nos próximos dias à divulgação da ronda de partidas!


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Roubo de Igreja



Depois de já ter sido prejudicado na primeira e segunda jornadas, a deslocação a Guimarães do SLB revelou-se o exemplo mais flagrante da tentativa de arredar o actual campeão, o mais cedo possível, da luta pelo título. Foram lances a mais, entre penalties por assinalar, foras-de-jogo mal marcados, e um inexplicável critério de atribuição de amarelos num jogo que não foi violento - bem pelo contrário -, para que a tese de "erro humano" possa vingar. Até porque estamos a falar, supostamente, do melhor árbitro português, presente no Mundial da África do Sul, e que ainda esta semana, curiosamente ou talvez não, fôra por isso homenageado pela AF...Porto. Dir-me-ão que há erros próprios do SLB, que as arbitragens não explicam tudo, que a equipa está mais fraca, que o ano passado passávamos por cima dos erros, etc. Sem dúvida - e lá iremos! -, mas uma equipa não tem que ser, nem pode, ser sempre muito melhor que os outros; quando a um bom adversário se junta um artista destes...

Vinda de uma moralizadora vitória em casa, sobretudo pelas circunstâncias que a envolveram, o Benfica apresentava-se na cidade-berço com o esquema habitual, destacando-se a entrada de Carlos Martins para o lado direito, na ausência de Salvio. Do outro lado, o novo Vitória de Manuel Machado apresentou-se com a forma e atitude prometidas, uma equipa bastante ofensiva que juntava João Ribeiro a uma dupla de ataque com o novo craque Marcelo Toscano e o ponta-de-lança Edgar. E desde cedo o Vitória mostrou estar ali para ganhar o jogo. Foi um quarto-de-hora inicial muito bem disputado, nos dois meio-campos, sendo que desde cedo se percebeu que a equipa de Jesus ia ter dificuldades no centro do terreno, com Javi a ser o único centro-campista que defendia os contra-ataques adversários...e foi num lance desses, gizado pelo talento de João Ribeiro e finalizado superiormente por Edgar, que os vimaranenses se adiantaram.

Mais uma vez, o Benfica entrava a perder, mas desta vez reagiu à campeão, indo para cima do adversário; num bom período da equipa encarnada, com Gaitán e Coentrão bastante activos, Saviola chegou à igualdade merecida, já depois de o próprio Conejo se ter isolado num lance perigoso e anulado incrivelmente pelo auxiliar. Destaque também, nesta fase, para a acção de Carlos Martins, sempre em jogo, a testar o pontapé de longe e organizar o jogo (foi dele o passe que isolou Saviola no tal lance), para além de procurar ajudar mais nas transições defensivas (num desses lances, vê o amarelo depois de...cortar a bola). Tal como Javi o viu por falar - educadamente - com o auxiliar, David Luiz por uma falta que não fez e Luisão por pedir a expulsão de Alex num lance em que este atingiu perigosamente Coentrão. Uma das imagens de marca da equipa encarnada era, no ano passado, a pressão constante sobre o portador da bola; é verdade que falta alguém, Ramires, que era fulcral para ajudar Javi nessa função, mas se adicionalmente se amarela toda a zona recuada desde cedo sem justificação, mais impossível se torna exercer essa pressão.


Na segunda metade, a toada não se alterou no primeiro quarto de hora, fase em que o Benfica dominou, conseguiu aproximar-se com perigo da área do Vitória - é no entanto notório que está a faltar o golpe final, seja as combinações Aimar-Saviola, seja os desequilíbrios do Di María e cruzamentos mortíferos para Cardozo...Mas mais uma vez, lances capitais prejudicaram o Benfica nesta fase. Isso...e duas decisões de Jesus que, a posteriori, se vê claramente terem falhado: em primeiro lugar, a saída de Gaitán (acredito que estivesse tocado, senão não creio que o JJ o tivesse tirado), que estava, apesar de tudo, a ser a maior fonte de perigo, entrando Peixoto que não conseguiu imprimir o mesmo ritmo; depois, a saída de Carlos Martins e entrada de Jara, arriscando o 4x3x3 para chegar à vitória. Nesta última, não é a decisão táctica que critico, já que queríamos ganhar o jogo, mas creio que devia ter saído Aimar, muito desgastado, e não um inspirado Carlos Martins. Sinceramente, com a saída de Ramires e quando Ruben Amorim também não está no meio-campo, creio que é um suicídio não ter o Martins, já que é o único dos médios ofensivos que tem pulmão e noções defensivas.

A juntar a estas alterações, que acabaram por "matar" o ascendente encarnado, o Vitória continuava ambicioso, sem se remeter demasiado à defesa. Mexeu bem Manuel Machado, e, já depois de alguns lances a que Roberto se opôs bem, em mais um lance de contra-ataque (desta feita, uma perda de bola de Peixoto no ataque...) chegou a equipa da casa ao golo: centro perfeito de Bruno Teles (grande jogo!) e cabeçada do quase-proscrito-agora-reintegrado Rui Miguel. Um tento quase no término da partida, a que o Benfica já não conseguiu reagir.

No final do jogo, reagiram a meu ver bem os responsáveis benfiquistas, falando também de mais um apedrejamento do autocarro à passagem pela cidade do Porto...a equipa e o treinador têm que ser muito fortes para ultrapassar todas estas adversidades e focarem-se no essencial, eles próprios. E trabalharem muito para aperfeiçoar, como faziam o ano passado, os erros de jogo para jogo. Este ano vão ter é que trabalhar ainda mais, sobretudo no meio-campo. Tudo parece muito difícil e o primeiro lugar distante, mas se há coisa que os adeptos não vão tolerar é desistências. De resto, continuam a ter todo o apoio. São os mesmos que nos deram grandes alegrias o ano passado.

Parabéns ao Vitória, que fez um excelente jogo e não tem culpa de ter sido beneficiado pelo Benquerença...Se serve de alguma consolação, fico contente por ver um clube que sempre admirei (pela maneira como lá se vive o futebol e pela paixão pelo clube dos seus adeptos), e que além disso tem como se sabe relações privilegiadas com o SLB - por contraponto à proximidade FCP-Braga -, estar nos primeiros lugares e surgir forte esta época.

Por fim, gostava de dizer que a minha revolta por estes roubos não me impede de reconhecer que o FCP, actual líder da Liga, se apresenta neste momento muito forte e consistente. No jogo de ontem frente ao Braga, tiro o chapéu à força mental e vontade insaciável de vencer demonstradas, mesmo estando a perder por duas ocasiões perante um adversário que se limitou a chutar duas vezes de longe e fazer dois golos (gostava nesse sentido de perceber também onde é que a crítica viu ontem um "grande Braga"...). Além de que contam neste momento com um extraterrestre...Hulk está um fenómeno e cada vez mais adulto e decisivo. Faz-me saltar do sofá. Notável o trabalho de Villas-Boas, com ele e não só. Agora, quero é que o meu Benfica tenha também condições para lutar livremente contra os adversários (nomeadamente o melhor deles), o Porto pode estar actualmente mais forte mas a verdade é que a diferença de 9 pontos é um escândalo face ao que se passou nos vários jogos. A partir daqui, esperemos que a isenção impere.

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