Fantasy Football Uefa Champions League
Casos da Jornada 2010/2011 - 3ª Jornada
Benfica-Setúbal
Resultado correcto.
Braga-Marítimo
22': Golo irregular do Porto; não creio que Falcao, aquando do remate de Hulk, tenha feito falta sobre o guarda-redes, a bola já tinha passado pelo guardião e só depois se dá o contacto, mas no cruzamento para Hulk, aí sim, há carga clara do colombiano sobre o defesa que saltava com ele. Jorge Sousa, que o ano passado viu tão bem a falta de Cardozo, com muitos mais jogadores na zona do lance, em Braga (no lance do golo anulado a Luisão), desta vez não descortinou uma infracção semelhante.
Apesar dos erros, atribui-se assim, dada a pontuação de 0,75 do penalty por marcar e dado que ficou 2-0, a vitória ao FCP.
Naval-Sporting
O resultado de 1-3 deveria assim ter sido um empate.
Classificação Ajustada da Liga
FCP - 9 pontos
Braga - 7 pontos
Sporting - 4 pontos
Benfica - 3 pontos Read more...
Portugal e o Futuro
Sempre fui um defensor de Carlos Queiroz como Seleccionador Nacional. Depois de 6 anos em que Scolari se fez rodear de um grupo restrito de jogadores, a tão mediatizada "família Scolari", o estado de podridão e pobreza em que foi deixada a formação a nível de Selecções, goste-se ou não de Felipão, obrigava a mudanças e a uma re-estruturação drástica. Precisava-se de alguém conhecedor da "casa" e com créditos firmados na importante (e em Portugal extremamente problemática) fase de transição de um jogador de futebol de júnior para sénior, para o futebol "a sério". E para tal tarefa, penso eu, ninguém melhor que o Prof. Queiroz, bi-campeão mundial sub-20 e campeão europeu de sub-17. É nessa perspectiva que compreendo o contracto de 4 anos que foi celebrado entre Federação e técnico. Eram necessários tempo (provavelmente nem 4 anos seriam suficientes) e condições para re-organizar a estrutura da formação, de forma a suavizar o processo de transição para a Selecção AA.Arquivo Offensivo
Uma bela exibição da geração de ouro para recordar (2ª parte do desafio), apesar da ausência de Figo e Fernando Couto.
Portugal 6 vs 0 Chipre - 2001
Enviado por settoreoffensivo. - Mais videos de esportes profissionais, universitários e clássicos Read more...
Na Figueira Manda a Tradição
Foi à 3ª jornada que vimos o melhor Sporting desta nova época. Para a maioria das equipas portuguesas jogar na Figueira da Foz é sempre complicado, mas parece que para o Sporting não é. Foi a sétima vitória em outras tantas deslocações e o Sporting já é 3º classificado com apenas FC Porto e Sp.Braga pela frente.
Paulo Sérgio, lançou a dupla chilena – Matías e Valdés – como titulares e manteve a aposta em Abel na lateral direita apesar da convocatória do novo menino-bonito de Alvalade, João Pereira. Foi sem surpresa que Vukcevic e Hélder Postiga voltaram ao banco de suplentes.
O Sporting começou o jogo num 4-2-3-1 com Yannick a extremo-esquerdo, Valdés sobre a direita e Matias como nº10. Também não foram poucas as vezes que Yannick surgiu a fazer companhia a Liedson na frente de ataque, tal como não foram poucas as vezes que vimos Valdés em terrenos mais interiores, dando assim a ideia de um 4-4-2 losango.
Do lado da Naval, as minhas atenções recaíram sobre a titularidade de Hugo Machado, um antigo nº10 da equipa de B leonina que chegou a fazer e
a pré-temporada com Fernando Santos em 2003/2004. Também estava curioso para saber como se iria comportar o João Pedro, campeão europeu sub-17 em 2003.
O Sporting imprimiu um ritmo muito forte no início do jogo fazendo prever o golo a qualquer momento e logo aos 2’ já Liedson estava a disparar à baliza do francês Salin.
A Naval apresentava muitas dificuldades em sair com a bola controlada do seu meio-campo defensivo. Era sem surpresa que o Sporting rematava a “torto e a direito”. Valdés aos 4’, Evaldo aos 6’, Liedson aos 8’ por aí adiante…um massacre!
Aos 14’, após boa jogada individual de Valdés do lado direito, Yannick acerta na barra com um excelente cabeceamento. Na recarga Liedson falhou o golo iminente, mas o árbitro já tinha interrompido a partida por fora de jogo.
Foi sem surpresa que o Sporting chegou ao golo aos 39’. Matias viu muito bem Abel a entrar pela área e fez um passe de morte, o lateral domina mal a bola (como é costume) e remata (terá sido um passe?) para Liedson que resolve de calcanhar. Foi o primeiro golo de Liedson esta época, ele que estava a demorar a marcar.
Aos 43’ Matias quase marcou o golo da noite com um forte disparo de longe, Salin (bom guarda-redes ex Tours) defendeu para canto!
Na 2ª parte o Sporting baixou o ritmo e foi aí que entrou em acção Lupède, o jovem defesa francês da Naval parecia não querer deixar o Sporting sair da Figueira sem marcar mais uns golos.
Aos 58’ Lupéde travou em falta Liedson dentro da área e Elmano Santos assinalou penalty. Matias (que nunca falhou um penalty na sua carreira) não deu qualquer hipótese e voltou a marcar neste campeonato.
Aos 70’, Lupéde (quem mais haveria de ser?) isolou Yannick com uma assistência “à Secretário” e este não descurou a oportunidade. Segundo golo de Yannick esta época. Parece compensar as exibições paupérrimas com golos, já não é mau!
Aos 75’, João Pedro reduziu para 1-3 através dum lance confuso em que os jogadores leoninos não conseguiram aliviar a bola da área.
Ao 79’ Valdés esteve muito perto de marcar um golaço “à Dembelé” mas faltou-lhe discernimento na hora de rematar de pé esquerdo!
Aos 90’+4, novo brinde de Lupéde para Yannick, só que desta vez Yannick achou que poderia dar-se ao luxo de oferecer o golo a Saleiro. Achou mal!
O Sporting venceu com justiça na Figueira apresentando o seu melhor futebol desta época. Deixo a análise dos lances polémicos (ainda são alguns) para a rubrica semanal do Pedro Veloso.
No Sporting destaque para:
Valdés: não é nenhum extremo virtuoso como Quaresma ou Nani, mas não perde uma bola estupidamente, parece-me ser um jogador inteligente.
Dupla de centrais: Nuno André Coelho atravessa um bom momento de forma que culminou com a chamada à Selecção AA (precipitada na minha opinião) e Daniel Carriço tem-se revelado um líder (nenhuma surpresa) neste início de época.
Liedson: já não tem a genica de outros tempos mas mesmo assim dá trabalho a qualquer defesa.
Yannick: goste-se ou não (eu tenho dias), Yannick tem sido decisivo com as suas correrias desenfreadas. É com agrado que o vejo de volta à Selecção Nacional dois anos depois (vendo bem só temos Nani, Danny e Quaresma melhores que ele de entre os extremos desiquilibradores que poderiam ser convocados)
Na Naval destaque para:
Lupède pela negativa por todos os disparates que andou a fazer em campo.
Godomèche: o verdadeiro pulmão do meio-campo da equipa da Naval, também ele um líder!
João Pedro: o ex Sp.Braga deu boas indicações neste jogo, revelando uma excelente técnica com ambos os pés.
Na próxima jornada o Sporting tem tudo para subir na tabela classificativa uma vez que o Sp.Braga (2º) vai ao Dragão (1º) e o Sporting recebe o Olhanense num jogo que tem que ganhar obrigatoriamente!
Milan! Milan! Milan!

Durante esta década, sobretudo com Ancellotti, voltámos a ver um Milan competente a nível europeu, mas a verdade é que internamente a equipa tem sido cada vez mais ridícula nos últimos anos, acumulando fracassos atrás de fracassos. Um pouco como o Liverpool em Inglaterra. Ora vem tudo isto a propósito do aparente renascimento de um Milan forte. Não só pelas recentes contratações de Robinho e Ibrahimovic, mas sobretudo pelos excelentes sinais que deram no primeiro jogo, esmagando o Lecce numa partida em que aqueles dois craques ainda não estavam presentes.
Read more...
O Campeão Voltou
O país fazia apostas para saber qual a decisão de Jesus, e ele tomou aquela que, a meu ver, era a mais acertada. Convocou Roberto mas simplesmente deu a titularidade a Júlio César, isto é, procurou dar tranquilidade à equipa mas sem queimar o portero espanhol deixando-o fora dos convocados. De resto, assinale-se a entrada de Salvio para o flanco direito, apresentando assim o Benfica um onze extremamente ofensivo. Um onze...e uma mentalidade, porque desde os primeiros minutos a equipa procurou marcar cedo, o que seria fundamental para recuperar confiança. O golo chegaria mesmo aos 4', na sequência de um cruzamento perfeito de Gaitán para cabeçada certeira de Cardozo.
Estava feito o mais difícil, até porque o Benfica continuou a jogar bem, lateralizava o jogo com facilidade e, sobretudo, atacava pelos dois flancos e não só pelo esquerdo como nos primeiros jogos. Mas o incrível aconteceu aos 23', com aquele disparate do Maxi que o Júlio César deveria ter resolvido de primeira: penalty e expulsão, olhava para o lado e a maior parte das pessoas ria-se de nervosismo perante aquela situação, do género "Que mais nos irá acontecer?". No entanto, passado o choque inicial os adeptos apoiaram desde logo o Roberto - e quão contente fiquei por essa reacção de todos -, como tinham feito com o Júlio César. Acho que não havia um benfiquista que naquele momento, com a pressão enorme do estádio nos ombros do ódio de estimação Hugo Leal e o enorme apoio ao Roberto, não tivesse a certeza que ele ia dar um pontapé no destino. Sentia-se, não sei porquê, como às vezes alguém está na cara do golo e se sente que vai falhar. Defendeu mesmo o espanhol; qualquer amante de futebol, benfiquista ou não, terá certamente naquele momento pensado que o futebol é de facto um desporto único e incrível nas emoções que nos cria, um jogo que é sempre imprevisível e onde o céu e o inferno se tocam de maneira irresistível.
Destacaria ainda o regresso do muro Javi, imprescindível para o sucesso deste Benfica, e para o Gaitán, de regresso à boa forma depois da lesão. O Nico pode não ser tão explosivo como o Di María - o que, diga-se em abono da verdade, é quase impossível -, mas é daqueles jogadores que qualquer adepto - desde que ele seja produtivo, claro, e não apenas um brinca-na-areia - adora pela classe que empresta ao jogo. Daqueles que até a andar tem pinta de craque, um pouco como o Belluschi, por exemplo (embora Nico ainda tenha a magia extra de ser canhoto). Fartou-se de distribuir túneis sobre adversários, combinou muito bem com o Fábio e mostrou um cruzamento temível como já fizera na Choupana. Além disso, também mostrou ter disponibilidade para defender. Já havia muitos jornalistas a escrever que não justificava o investimento, estou certo que vão ter que engolir (mais) um sapo.
Pela negativa, apenas mais umas faltas desnecessárias do David Luiz, que dão livres aos adversários. Àqueles de que gostamos exige-se sempre tudo, e a um jogador da categoria dele eu não posso aceitar aqueles erros, não pode querer disputar todos os lances como se fosse o último! Calma!
Agora vem a paragem das selecções, e a seguir uma jornada muito importante, com uma deslocação difícil a Guimarães e um Porto-Braga. Só posso desejar a continuação da consolidação da equipa e que os árbitros sejam um pouco mais competentes (estou a ser irónico no adjectivo, claro) do que o demonstrado nesta jornada. Ainda que haja sempre um lado positivo: pelo menos este ano até agora ninguém disse ou escreveu que o Benfica está a ser levado ao colo...
Casos da Jornada 2010/2011 - 2ª Jornada
Setúbal - Braga
Jogo bem dirigido por Artur Soares Dias, sem casos.
Nacional - Benfica
67': No 2º golo do Nacional, Ruben Amorim coloca Orlando Sá em jogo. Golo perfeitamente legal.
Sporting - Marítimo
35': Lance entre Liedson e o guarda-redes Marcelo Boeck, sem motivos para penalty.
87': Grande penalidade bem assinalada a favor do SCP, por derrube de Tchô a Liedson.
Resultado correcto.
Porto - Beira Mar
50': Penalty por marcar para o FCP, por derrube de Yohann Tavares a Varela.
Os três pontos do Porto não estão assim, tendo em conta o resultado folgado, em causa.
Classificação Ajustada da Liga:
FCP - 6 pontos
Braga - 4 pontos
Sporting - 3 pontos
Benfica - 0 pontos Read more...
Crise na Luz

Paradoxalmente, tivemos nos primeiros 45 minutos o melhor Benfica da época em termos oficiais, a jogar a um nível que por momentos se aproximou da fluidez e criatividade reconhecidas na época transacta. Em relação ao jogo anterior, Jesus mantinha o 4-1-3-2 habitual, com Luisão de volta (finalmente a defesa completa com todos os habituais titulares) e Gaitán a ocupar o seu lugar do lado esquerdo do meio-campo em detrimento de Peixoto. Pensei que pudesse jogar Carlos Martins no lugar de Aimar, que andava em baixo mas até acabou por fazer um bom jogo, mas JJ manteve o internacional português no banco e Ruben Amorim à direita. Do lado nacionalista, destaque para a presença de Orlando Sá no eixo do ataque e para dois jovens reforços dos Balcãs: o esloveno Mihelic e Skolnik, esquerdino croata que deixou excelentes indicações. De louvar, aliás, esta diversificação e redução da matriz brasileira – outrora excessiva – na equipa madeirense.

Como esperado, desde cedo o Benfica mostrou estar na Choupana para ganhar. A entrada de Gaitán permitiu, juntamente com mais uma excelente prestação de Coentrão, dinamizar o lado esquerdo e evitar o jogo excessivamente centralizado que tínhamos visto nos jogos anteriores. O regresso de Luisão também conferiu maior tranquilidade à defesa e, no meio-campo, Aimar voltou às boas exibições em termos de condução de jogo. Mesmo perante um Nacional bem organizado e com uma dupla de centrais (Danielson e o excelente Fellipe Lopes) de grande qualidade, o SLB conseguiu criar desequilíbrios suficientes para criar pelo menos três grandes situações de golo, mais um par de aproximações perigosas. Umas vezes por demérito próprio (que falhanço de Gaitán aos 12’!) e outras por intervenção de Rafael Bracali, a verdade é que o Benfica não marcou. Na baliza adversária, Orlando Sá criou o lance de maior perigo com um forte disparo de pé esquerdo. De destacar aliás o excelente jogo do avançado emprestado pelo FCP; em particular, impressionou-me a quantidade de bolas que ganhou nas alturas às torres encarnadas, muito bom!

O golo claramente inverteu o sentido do jogo, intranquilizando o Benfica e moralizando os anfitriões. Os encarnados, ainda assim, podiam ter chegado ao empate por Aimar e reclamaram um penalty sobre Coentrão. Mas mais uma vez, um lance de bola parada deitou tudo a perder. Desta feita, com responsabilidade maior de Roberto, que falhou totalmente no golpe de vista e deitou tudo a perder. Péssimo momento, como péssimo foi ver depois o David Luiz aparentemente a discutir com ele.
Até final, o jogo arrastar-se-ia com o Benfica a arriscar tudo, a expôr-se naturalmente (o Nacional poderia até ter ampliado a contagem) mas a conseguir apenas reduzir já muito tarde, para lá dos 90’. Um grande tiro de Carlos Martins, por sinal.Voltando ao Roberto...parece indiscutível que nesta altura não reúne grandes condições para se manter à frente das redes no imediato. Quem conhece a Luz e os benfiquistas sabe que se o Roberto aparecer para o aquecimento, como titular, no sábado, vai levar uma vaia de fazer chorar as pedras; e a verdade é que neste momento não só temos que proteger o jogador como acima de tudo fazer a equipa recuperar a confiança. E Roberto só intranquiliza. Também não acho que o devamos emprestar ou vender. Ele é muito melhor do que o que tem mostrado (e entre os postes até o vai demonstrando, o pior é as saídas) e precisa apenas de, calmamente, recuperar a confiança para até, quem sabe, poder voltar às redes mais à frente na época noutro quadro de estabilidade (e mais à frente, como todos esperamos, a própria equipa estará muito mais forte).

Quanto ao substituto, estou um pouco dividido: claramente prefiro o Júlio César, que aprecio e gostei de ver o ano passado (tirando o erro com o Liverpool, claro), mas o Moreira tem um capital de popularidade junto dos adeptos que se calhar até fazia bem injectar na equipa. A terceira opção, ir buscar um guarda-redes fora, depende muito de quem vier. E corremos o risco de falhar novamente se vamos arranjar alguém agora à pressa.
Independentemente disto, sábado não há alternativa. É ataque, ataque, ataque, como diria o Bobby Robson. Para recuperar rapidamente na tabela e lutar pelo título. Basta jogar o que sabem.
F.C.Porto 3 - 0 Beira Mar
Mais uma vitória...Um jogo que começou mal para os Portistas, o jovem Ukra saiu lesionado não sabendo o tempo da sua recuperação. Pena, ele vinha no seu processo evolutivo, fazendo parte do onze inicial numa aposta clara de André Vilas Boas. Jogador nascido e criado no Dragão era bom que se começasse a mostrar ao seu público, era bom este tempo de jogo que estava a ter, era bom que se habituasse aos grandes palcos, esperamos a sua rápida recuperação. O Porto precisa de jogadores da formação.
Souza entrou para o lugar de Ukra e este brasileiro tem toque de bola, sabe bem o que fazer com ela, apenas ainda um pouco lento o que revela ainda estar em período de adaptação ao futebol europeu. Falcao, perdolário, desinspirado, já li de tudo nesses pasquins que se intutilam de jornais..Mas alguem lhes esqueceu de dizer que Falcao falhou 5 mas marcou 2? Alguem lhes esqueceu de dizer que em 4 jogos oficiais, Falcao fez, salvo se a memória não me falha...mas é provavel que hajam mais golos, 5 golos? Vamos lá ser sérios na informação meus senhores...
Sapunaru já teve mais activo na defesa, já dando uma resposta mais eficaz, no entanto, e que diferença, com Fucile a música é outra, durante o tempo que Sapunaru esteve em campo, tivemos consistencia defensiva mas o ataque estava coxo, com Fucile? Ataque constante pela esquerda e pela direita, com a defesa contrária a não ter meios para suster o ataque azul e branco, e que ataque com o maestro Ruben Micael a justificar a entrada no onze...Mas quem sai? Bellushi? Com a exibição de ontem...parece dificil...João Moutinho uma entrega formidavel...Ou seja, ao contrário da epoca passada que faltavam soluções, este ano abundam, e soluções de luxo! O Porto tem equipa e alem disso, tem banco, sem duvida prontos a atacar todas as competições que vamos estar envolvidos, existe como A.Vilas Boas diz, um compromisso com a vitoria, e neste compromisso está inerente um enorme compromisso com a qualidade. Temos Porto.
O estádio verificou ontem uma moldura humana aceitavel, 43 mil pessoas, e o ambiente era extraordinário, a simbiose entre equipa e o seu público foi tremenda, e ainda mais gratificante foi ver a principal Claque do Porto, Superdragões, a puxar pelo público, incentivando este a entrar na festa tornando o ambiente no Dragão mais festivo, iniciando a "onda mexicana", cativando a atenção do público, terminando logo com canções conhecidas por todos que originava 43 mil vozes em unissono a apoiar. Isto é de uma grande Claque, fugiu dos canones associados a apenas "adeptos ultras" puxando pelo "publico em geral", transformando o Dragão numa voz de apoio.
Casos da Jornada 2010/2011 - 1ª Jornada
Em relação ao ano transacto, introduzimos uma nuance que vem conferir maior rigor, na medida do possível, à análise: as grandes penalidades por assinalar passam a contar não como um golo por atribuir à equipa beneficiária desse penalty, mas como 0,75 de um golo. Isto é, atribui-se uma probabilidade de concretização do penalty de 75%, em linha com as taxas históricas de sucesso no nosso campeonato. Poderemos eventualmente vir a introduzir, a breve prazo, uma ou outra alteração adicional (nesse caso, naturalmente com efeitos retroactivos desde a primeira jornada).
Braga-Portimonense
Num jogo relativamente fácil para Carlos Xistra, o único caso do jogo aconteceu no golo dos algarvios. Elias desvia a bola para a baliza – em posição regular (há um colega em fora-de-jogo posicional mas sem interferência) –, mas não se percebe totalmente se o faz com o ombro ou mesmo com o braço. Benefício da dúvida para o árbitro, já que o lance acaba por não ter influência na vitória justa do vice-campeão nacional.
Naval-FC Porto
21’: João Pedro cai na área do FCP em disputa com Álvaro Pereira. O jogador navalista afirmou a posteriori que o uruguaio reconheceu ter-lhe tocado, mas as imagens apontam mais para um tropeção sem falta, na minha opinião.
25’: Na área contrária, a bola vai ao braço de Rogério Conceição, chutada de muito perto por um colega. Claramente bola na mão, sem falta.
62’: Carlitos derruba Hulk em zona perigosa, mas não se justificava o vermelho porque o Incrível ainda não seguia isolado para a baliza.
74’: Jonathas entra de forma deliberada, com a sola da bota, sobre Moutinho; devia ter ido para a rua mais cedo.
82’: Ao contrário do lance aos 25’, neste caso Jonathas de facto cometeu grande penalidade – bem assinalada, portanto, por Paulo Baptista –, uma vez que desviou a bola com o braço (que estava a aumentar o volume do corpo).
A vitória do Porto é assim correcta.
Paços Ferreira-Sporting
9’: Disputa entre Polga e Caetano na área leonina, sem qualquer infracção do central.
25’: Amarelo por mostrar a David Simão, reincidente nas faltas.
41’: Liedson cai na área pacense, sem falta. O luso-brasileiro chocou com o central, que já tinha ganho a posição e se limitou a proteger a bola de forma legal.
A vitória do Paços é assim justa.
Benfica-Académica
12’: Saviola carregado à entrada da área por Diogo Gomes, Cosme Machado deveria ter assinalado livre directo mas deixou seguir.
50’: Addy bem expulso por acumulação. Ambas as faltas mereceram acção disciplinar.
72’: David Luiz protege a bola de Sougou e, nesse movimento, usa o braço de forma agressiva para afastar o extremo. Não creio que fosse agressão, mas a verdade é que o amarelo se justificava. Como o central já tinha um, deveria ter sido expulso.
86’: Saviola cai na área ao disputar uma bola com Diogo Melo. Fica a ideia que não há falta, o jogador da Académica limitou-se a saltar para cabecear (sem se apoiar no argentino), enquanto Saviola apenas esperou o contacto inevitável dos corpos para se aproveitar.
89': Javi García desvia a bola de um adversário e é na sequência atingido na perna. Penalty por assinalar para o SLB.
90+3’: No lance imediatamente anterior ao golo de Laionel, queixas de mão na bola de Júnior Paraíba na área da Briosa. As imagens não esclarecem se a bola tocou mesmo no braço, e por outro lado ele tinha-o junto ao corpo, não fazendo nenhum movimento para desviar a bola. Parece ter decidido bem Cosme Machado.
Uma vez que, em função das novas regras desta rúbrica, um penalty vale apenas 0,75 de um golo, o lance aos 86’ não é suficiente para alterar a justiça da vitória academista.
Classificação Ajustada da Liga:
Braga - 3 pontos
Sporting - 0 pontos
Benfica - 0 pontos Read more...
Arquivo Offensivo
Hoje o Arquivo dedica-se à alma vitoriana, alimentada pela quarta maior claque do país.

