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Em Dezembro de 1993, Bobby Robson não resistiu a uma série de maus resultados e foi despedido por Sousa Cintra, que viria anos mais tarde a proclamar-se arrependido dessa decisão.

Quando tal atitude foi tomada, o Sporting era um dos líderes do campeonato mas a derrota em Dezembro com o Casino Salzburgo por 3-2 na terceira ronda da Taça UEFA, equivalente aos Oitavos-de-final (2-0 e 2-3), assim como a derrota no mesmo mês com o Benfica na Luz por 2-1 e no mês anterior com o Porto em casa (0-1) e o Boavista no Bessa (2-1), totalizando série de 3 derrotas em 4 jogos para o nacional, constituiu motivo para o controverso e mítico dirigente leonino.

Para o corpo técnico do clube de Alvalade entrou Carlos Queiroz directamente do comando da selecção nacional, onde não fora feliz. José Mourinho acompanhou Bobby Robson na sua saída.


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Reveja a evolução física, táctica e técnica de Cristiano Ronaldo nas épocas de 2003 - 2005 e 2005/2006 (v).

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Com o retorno de Cristiano Ronaldo à selecção e à melhor forma no Real Madrid, o Arquivo Offensivo irá trazer nos próximos dias os golos e os melhores pormenores técnicos e jogadas do jogador mais completo do mundo.

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Estádio do Bessa, época 1991/1992. O Boavista jogava a 1º mão da Taça Uefa com o poderoso Inter de Walter Zenga, Lothar Matthaus e Klinsmann. O " clube das camisolas esquisitas" (como apelidados pela imprensa transalpina) contou com jogadores com João Pinto, Fernando Mendes, Ricky e o não menos mítico Marlon Brandão e vergou o Inter em casa, passaando posteriormente à fase seguinte após nulo em Milão.

Na ronda seguinte caíram aos pés do Torino, futuro finalista, mas os Portuenses fizeram uma boa época chegando inclusivé à final da Taça de Portugal contra o Porto.

"Os italianos chegaram cheios de pose. Tinham aquele trio alemão do Brehme, Matthaus e Klinsmann e pensaram que vinham cá ganhar fácil. Nem tinham problemas em dizer que não conheciam a nossa equipa. Ganhámos 2-1 no Bessa e fomos eliminá-los a San Siro. Foi mágico."

Marlon Brandão



Boavista 2-1 Internazionale 1 1991/1992
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Fábio Paim, o ex-menino prodígio de Alvalade, está de modo definitivo contratualmente afastado desta instiuição. Aposta pessoal do conhecido Paulo Torres, cumpre a 1ª época no Torreense e para poder voltar a brilhar está à procura da melhor condição física e, principalmente, psicológica.

Para muitos especialistas, Fábio Paim foi o maior diamante em bruto que passou pela formação de Alvalade, com um potencial que roça o inimaginável, a tal ponto constituir hoje um tema tabú em Alcochete. Apesar dos esforços do Sporting, o assédio dos maiores clubes e federações futebolísticas mundiais, a pressão dos grandes empresários do meio, o heroísmo e influência social e as fortunas ganhas precocemente conduziram a uma mentalidade incompatível com o sucesso num adolescente e, consequentemente, a este triste desfecho.

Aos 22 anos, tenta assim recuperar o seu potencial ou parte dele e relançar a carreira em Torres Vedras.



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Hoje o Arquivo traz-vos perto de uma centena de golos de Gabriel Batistuta, o jogador que mais facturou pela selecção das pampas.

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6 de Junho de 2001, estádio José de Alvalade. Perante 34500 espectadores, Portugal continuou o seu objectivo de qualificação rumo ao Mundial 2002, batendo o Chipre por 6-0. Pedro Barbosa, João Pinto e Pauleta bisaram, mantendo Portugal no encalço da República da Irlanda e com vantagem sobre a Holanda.

Uma bela exibição da geração de ouro para recordar (2ª parte do desafio), apesar da ausência de Figo e Fernando Couto.


Portugal 6 vs 0 Chipre - 2001
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Hoje o Arquivo dedica-se à alma vitoriana, alimentada pela quarta maior claque do país.

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Época 1993/1994. O Benfica consolidou a vantagem rumo ao título nacional, vencendo na capital um FC Porto reduzido a dez jogadores após expulsão de Fernando Couto.

Aílton e Rui Costa assinaram os tentos da noite, Toni elogiou o adversário ofensivo e Bobby Robson assinou uma análise ao jogo simplesmente memorável!


SL Benfica 2-0 FC Porto 93/94 - Bobby Robson
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Taça das Taças 1963/1964, campanha europeia vitoriosa para o Sporting e Portugal.

A prova foi difícil de conquistar, já que além de adversários poderosos, os jogadores lusos fizeram três jogos de desempate, incluindo a final, assim como dois prolongamentos.

Em Outubro, os lusos entraram a perder na prova por 2-0 em Bérgamo frente a uma forte Atalanta. Apesar da boa exibição, dois golos no quarto de hora final valeram a desvantagem para o jogo seguinte. Na 2ª mão o SCP saiu vencedor por 3-1 numa partida muito suada . Figueiredo inaugurou o marcador aos 5' e pouco depois os italianos ficaram reduzidos a 10 jogadores, tendo de mobilizar um ponta de lança para a baliza já que a possibilidade de substituições só surgiu anos mais tarde. Seguindo o catenaccio, a equipa italiana fechou-se em copas de modo exímio, não descurando o contra ataque, gelando Alvalade aos 18' com o empate. O conjunto da casa não esmoreceu e apesar do adversário tentar forçar o Sporting a jogar mal, Mascarenhas marcou aos 63' e perante a galvanização dos adeptos e a vaga final ofensiva, Bé cabeceou com sucesso aos 77', forçando um jogo de desempate (na altura não havia igualmente critério de desempate por golos marcados fora). Este decorreu no campo do Espanyol de Barcelona, em que o SCP reagiu à desvantagem nos 90', vencendo por 3-1 após prolongamento (dois de Mascarenhas e um do luso-brasileiro Lúcio, um "pé canhão").


Seguiu-se o Apoel de Nicósia, cilindrado por uns incríveis 18-1 nos dois jogos realizados em Alvalade. O primeiro, por 16-1, fica para a história como a maior goleada de sempre em competições europeias (v) e em que Mascarenhas facturou 6 vezes, recorde que se mantém!


Nos quartos de final calhou o poderoso manchester United, uma das melhores equipas do mundo daquela época (para variar), que contava nas suas fileiras com Bobby Charlton, Dennis Law e George Best.

Após serem derrotados por um expressivo 4-1 em Old Trafford (v), a equipa inglesa veio a Alvalade em fase complicada da época, após ter sido eliminado nas meias-finais da Taça pelo West Ham e de ter visto o líder Tottenham aumentar vantagem no campeonato.


Apesar do momento menos bom, a qualidade dos Red Devils era inegável. Contudo, os lusos viraram a eliminatória praticamente perdida através de um jogo fantástico em Alvalade com 5 tentos(v), constituindo uma das melhores reviravoltas das competições Europeias.

O Sporting actuou com Carvalho, Pedro Gomes, Hilário, Fernando Mendes, Alexandre Batista, José Carlos, Figueiredo, Osvaldo Silva, Mascarenhas, Geo e João Morais. Osvaldo Silva – a grande arma – marcou os três primeiros golos e Morais e Geo completaram a chacina.


“Incrível, a diferença entre este Sporting CP e o de Manchester. Osvaldo Silva é um jogador admirável.”

George Best

Posteriormente, o Sporting bateu o Olympique Lyon em três jogos após um empate nulo e outro a um golo. A finalíssima foi ganha por 1-0 em casa colchonera, o Estádio Metropolitano.

A final decorreu a 13 de Maio de 1964 no Estádio Heysel, em Bruxelas, sob a arbitragem do Belga Lucien van Nuffel. O adversário foi o poderoso MTK, altura em que a Hungria era uma das potências do futebol mundial.

O jogo terminou empatado a 3 golos: 0-1, Sandor 19'; 1-1, Mascarenhas 40'; 2-1, Figueiredo 48' ; 2-2, Kuti 70'; 2-3, Kuti, 72´; 3-3, Figueiredo, 81'.

O empate obrigou a uma finalíssima realizada apenas dois dias depois, a 15 de Maio de 1964. Disputada no Estádio do Deurne, em Antuérpia, teve a arbitragem do Belga Gerard Versyp.

O Sporting alinhou com: Carvalho; Pedro Gomes, Alexandre Baptista, Fernando Mendes e José Carlos; Pérides e Géo; Osvaldo Silva, Mascarenhas, Figueiredo e João Morais. Treinador: Anselmo Fernandez (Espanha).


Os lusos inauguraram o marcador com o famoso canto directo de José Morais aos 20', imortalizado na célebre canção "Cantinho de Morais"(v). Durante o resto da partida, os Húngaros intensificaram a pressão. Contudo, a sua esperança caiu por terra com o espírito leonino de ajuda e sacrifício, uma exibição soberba de Carvalho e duas bolas a esbarrarem nos ferros, uma das quais na barra no último minuto. Talvez tenha ajudado a imagem de Santa Filomena que o guardião luso colocou na sua baliza!


Com este tento, o Sporting inscreveu o seu nome ao lado do Ajax, Arsenal, Barcelona, Bayern de Munique, Chelsea, Juventus e Manchester United, entre outros, os quais também venceram a prova.

O Sporting foi, deste modo, o único clube português a ganhar a Taça das Taças, prova fundida em 1997/98 com a Taça UEFA.

Fontes: Fórum SCP
Centenário do Sporting







Sporting- Taça das Taças 1963/1964
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Época 2001-2002,o Boavista rubricou excelente presença na Champions, culminando a 1ª fase de grupos em 2º lugar ante Liverpool (1º), Borussia de Dortmund (3º) em igualdade pontual e Dínamo de Kiev.

Os golos à matador do "pistoleiro" Epídio Silva, os charutos de Erwin Sanchez ou o grande tento de Alexandre Goulart marcaram o melhor voo dos axadrezados na principal competição Europeia, só terminando na fase seguinte perante Manchester United (1º), Bayern Munique (2º) e Nantes (4º).

Golos boavisteiros da 1ª fase de grupos:

Dínamo Kiev 1-0 Boavista
Boavista 1-1 Liverpool
B.Dortmund 2-1 Boavista
Boavista 2-1 B. Dortmund
Boavista 3-1 Dinamo Kiev
Liverpool 1-1 Boavista

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4 de Julho de 2004, Alcochete. A selecção saía da academia Sporting/Puma rumo ao estádio da Luz, onde iria disputir a malograda final do Euro 2004. O apoio que os jogadores das quinas presenciaram por parte dos conterrâneos foi incrível e constituiu uma síntese perfeita do espírito e união que se gerou em torno da selecção durante o referido torneio. Imagens únicas que talvez nos dêm sorte face ao velho adversário conhecido de hoje na África do Sul.


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Penúltima jornada da época 93/94, Estádio 1º de Maio. Aílton e Kulkov assinaram os tentos que permitiu ao Benfica de Toni e Jesualdo Ferreira festejar o título, seguido de invasão de campo e das declarações do então treinador adjunto no meio do povo. Na jornada seguinte, o estádio da Luz encheu para a comemoração do campeonato frente ao Guimarães, com festa bonita mas algum desapontamento no final devido ao empate a zero.

Dezassete anos depois, o Braga voltou a cruzar-se profundamente com novo título benfiquista, mas desta vez como vice-campeão, situação que marcou uma época de sonho no clube bracarense. Consequentemente, o Settore Offensivo presta a sua homenagem aos guerreiros do Minho.


Festa de Campeão do Benfica 93/94
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27 de Maio de 1987, estádio Ernst Happel, Viena. FC Porto e Bayern Munique defrontavam-se na final da Taça dos Campeões Europeus. Os portuenses chegavam com o rótulo de outsiders e com a imagem de apenas irem marcar o ponto e consagrar a festa do adversário perante um dos grandes colossos do futebol continental. Tricampeão europeu em 3 anos seguidos (1974-1976), o Bayern ultrapassou o campeão holandês (PSV), austríaco (Áustria de Viena), belga (Anderlech) e espanhol (Real Madrid dos míticos Hugo Sanchez e Jorge Valdano; 4-4 nas duas mãos), este último considerado por muitos como a melhor equipa europeia da altura. Já os portugueses venceram o campeão maltês (Rabat Ajax, 10-0 (!) nas duas mãos), checo (FC Vitkovice), dinamarquês (Brondby) e ucraniano (Dinamo Kiev).

Apesar do percurso mais competitivo dos alemães, da sua maior experiência em jogos europeus e do estádio a transbordar de adeptos germânicos, Pinto da Costa havia avisado que o Porto iria para lutar pela vitória e a equipa cumpriu!

O Porto entrou em campo com o polaco Mlynarczyk, João Pinto, Eduardo Luís, Inácio,Celso Jaime Magalhães, André, Sousa, Quim, Futre e o argelino Madjer.
Os alemães contavam com grandes jogadores como o belga Jean-Marie Plaff, Andreas Brehme e Lothar Matthäus e os perigosos Dieter Hoeness e Ludwig Kögl.

A primeira parte mostrou um Porto fraco e tímido que foi castigado aos 24’ com um golo de cabeça de Kögl após lançamento de linha lateral e consequente distracção da defesa azul.

Contudo, e segundo reza a lenda, o discurso de Artur Jorge no balneário ao intervalo galvanizou de tal modo a equipa que esta surgiu transfigurada e tomou as rédeas do jogo. O brasileiro Juary – o mítico abono de família do dragão, já que frequentemente entrava na segunda parte para resolver os jogos - , entrado logo no reínicio da partida pelo médio Quim, adicionou mais caudal ofensivo ao FC Porto e viria a constituir-se pedra histórica na vitória dos dragões.


Antes da igualdade, o lateral esquerdo Inácio saíu pelo médio Frasco aos 66’ e Paulo Futre fez uma jogada sublime com muitas parecenças com a clássica jogada de El Pibe em 1986 (para muitos o melhor golo de sempre), mas lamentavelmente atirou ao lado. Contudo, o mote estava dado!


Aos 77’ o canarinho recebeu a bola de André e perante a carga de um defesa alemão e a saída do guardião belga Jean-Marie Plaff, assistiu Madjer in extremis que fez uso do seu famoso calcanhar para anular a desvantagem.


O Porto reforçou a confiança e dois minutos depois calou a Europa: Madjer ganha espaço para o cruzamento com mais uma grande finta e retribui a grande assistência de Juary centrando para o brasileiro, desmarcado, encostar!


Até ao fim do jogo Paulo Futre e Juary ainda disposeram de duas hipóteses de alargar o marcador.


Após o jogo, Pinto da Costa, na presença de Artur Jorge e o capitão João Manuel Pinto, apelou à ida dos adeptos às Antas para a consagração do primeiro título Europeu do Porto, 3 anos após ter perdido a final das Taças das Taças para a Juventus e 25 anos após o Benfica o ter ganho pela 2ª vez na sua história.





P.S: O Settore estreia hoje uma nova categoria na sua barra lateral - "Futebol:um modo de vida". Aí serão partilhados frequentemente vídeos alusivos à filosofia inerente ao desporto rei ou a momentos da actualidade.

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Decorria a época 87/88 quando o Belenenses recebeu em casa o Barcelona para a 2ªmão da 1ª eliminatória da Taça Uefa. Face a uma desvantagem adversa do jogo em Camp Nou (2-0), esperança ainda a havia! O Restelo transbordou com a massa associativa a galvanizar os "pastéis", que os brindou com uma vitória por margem mínima.


Os catalães seriam posteriormente eliminados nos quartos de final pelo Bayer Leverkusen, futuro campeão, mas nesta partida foram impotentes para anular a vantagem providenciada pelo congolês Mapuata. O Barça contava com jogadores como Urriticoechea, Schuster e Gary Lineker e no Belém o mítico Chiquinho Conde estreava-se no campeonato nacional.


Numa altura em que o Belém está matematicamente condenado à Liga Vitalis e luta pelo penúltimo lugar, recordemos tempos áureos do Restelo!Grande ambiente, característico de uma era não tão distante em que não havia cadeiras nos estádios.


Belenenses - Barcelona Taça UEFA1987
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Em semana de clássico viajamos à Época 97/98. O Benfica, na data a fazer uma grande 2ª volta, recebeu o futuro tetracampeão FC Porto, tendo ganho por 3-0 devido à grande exibição de Brian Deane.

O jogo foi fértil em agressões envolvendo o banco de suplentes do Benfica, Graeme Souness e inúmeros jogadores de ambas as equipas, desde Luís Carlos e Paulo Madeira a Mário Jardel e o mítico Paulinho Santos (que na primeira volta havia protagonizado novo round com o "companheiro" de luta João Vieira Pinto). Um retrato das péssimas arbitragens da década de 90, com os árbitros e a Liga a fecharem os olhos a agressões claras e escabrosas!

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27 de Novembro de 2007, o Besiktas recebia o Liverpool no Inonu Stadyumu. Como é prática corrente nos maiores clubes da Turquia, no período de aquecimento (geralmente antes da entrada da equipa adversária) um membro da claque desloca-se ao campo e solta o inferno!

Neste jogo, a Çarsi, claque do clube e a mais conhecida da Turquia, gerou uma atmosfera que constituiu recorde mundial num estádio de futebol na altura: 132 dB. O jogo terminou 2-1 para os turcos e, mais uma vez, esta prática efectuada nos jogos europeus e nas competições internas ajudou na galvanização da equipa da casa e no amedrontar dos forasteiros.


Besiktas 2 -1 Liverpool - Adeptos
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Época 97/98, final da 1ª volta. O FCP liderava a tabela com 43 pontos, a caminho do tetra, seguido pelo V. Guimarães com 32. O SCP já contava com Carlos Manuel, 4º treinador da época (!), e estava em 3º com 28 pontos, em igualdade pontual com o Rio Ave. O Benfica ocupava um fraco 5º lugar com menos um ponto.
A 1ª volta rendeu 352 golos a uma média de 2,3 por jogo. Recordem mais estatísticas, goleadores como Jardel, Nuno Gomes, Leandro, Ayew e Gaúcho, jogadores míticos como Timotfe, Isaías, Drulovic, Bino, Oceano, Chiquinho Conde e N´Tsunda, flops como Ericksson e "frangueiros" como De Wilde, treinadores da nossa praça, estádios saudosistas e muitos golos de belo efeito!
A narração está a par do "mestre" Gabriel Alves.


Campeonato Nacional 97/98 - 1ª volta
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Hoje o Settore inaugura uma nova rubrica, feita de imagens ou momentos especiais do desporto rei.

Novembro de 1993. Perante o estádio olímpico de Atenas esgotado, Grécia e Rússia em igualdade pontual decidiam o primeiro lugar do grupo de qualificação para o mundial de 94, nomeadamente no último jogo do calendário. Independentemente do resultado, a selecção da casa já tinha assegurado a presença nos EUA no ano seguinte, a primeira de sempre na fase final de um campeonato do mundo (só a repetir este verão).

Aos 68', Nikos Machlas (ex- Ajax e Bota de Ouro em 97/98 pelo Vitesse, com 34 golos), então com 20 anos, inaugura o marcador num grande cabeceamento. A festa consumou-se e o inferno de Atenas emergiu!


Grécia x Rússia 1993
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